“Estamos a bater toda a zona que fizemos ontem à noite [terça-feira], estamos a fazer uma segunda passagem, com 17 elementos dos bombeiros e 30 da GNR, nomeadamente duas equipas cinotécnicas”, além da Polícia Judiciária, afirmou António Veloso.

Em declarações aos jornalistas, no local, o comandante dos bombeiros da Póvoa de Lanhoso esclareceu que as buscas incidem “em todas as casas da zona, algumas devolutas, e em toda a área envolvente à habitação”, nomeadamente “nas poças para regadio” que existem na proximidade.

“Neste momento estamos a fazer o perímetro de ontem [terça-feira] que é de cerca de um quilómetro, como é uma crianças de 18 meses a probabilidade de se ter afastado muito não é grande”, frisou.

Contudo, acrescentou, que se “se entender que é necessário alargar a área de busca, em conjunto com a GNR, assim se fará”.

O alerta para os bombeiros foi dado cerca das 22:00, referiu António Veloso.

“A noite esteve amena, estamos expectantes. Como o menino tem 18 meses já deve ter fome, contamos ouvir um choro a qualquer momento”, afirmou.

Em declarações à Lusa, o coordenador da Polícia Judiciária de Braga disse que as buscas para encontrar o bebé desaparecido, em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, decorrem desde que foi dado o alerta.

“Estamos no terreno, ainda não paramos”, afirmou Gil Carvalho.

O responsável confirmou que o pai assim como “outras pessoas” estão a ser ouvidas, mas não adiantou qualquer hipótese para o que possa ter acontecido.

“Está tudo em aberto, estamos no terreno e não vamos desistir”, frisou.

O bebé desapareceu cerca das 20:00 de terça-feira da casa dos pais em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga.

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