“O número de casos notificados tem estado a diminuir e, desde de 01 de novembro e até a atual data, foram registados 10 casos”, informou o Ministério da Saúde cabo-verdiano em comunicado.

“Apesar da situação atual se encontrar relativamente controlada, lembramos que ainda estamos numa época suscetível pelo que exortamos a população e a entidades com responsabilidade no setor de ambiente e saneamento, à continuidade na execução das ações de prevenção e controlo da epidemia”, acrescenta o comunicado.

Cabo Verde regista, desde julho de 2017, uma epidemia de paludismo, com um total de 430 casos notificados desde o início do ano e o registo de duas mortes.

A maioria dos casos foram registados nos meses de agosto (83), setembro (132) e outubro (137).

No mês de outubro, o número de casos de paludismo mais do que duplicou entre a primeira (35 casos) e a segunda quinzenas (95 casos).

A maioria dos casos foi detetada na cidade da Praia, sendo que os doentes são na sua maioria homens com mais de 20 anos.

Os bairros da Várzea, Achada de Santo António e Achadinha, na cidade da Praia, são os que mais casos têm registado.

Cabo Verde regista em 2017, o maior número de casos de paludismo em quase 30 anos.

Manter cobertos todos os recipientes que contenham água, destruir os recipientes que possam servir de criadouros de mosquitos e colocar redes nas janelas e portas são algumas das medidas recomendadas.

O paludismo é uma doença infecciosa grave, transmitida através da picada de fêmeas de mosquitos ‘Anopheles’.

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