De acordo com uma informação publicada no ‘site' da autarquia, esta será uma "sessão pública aberta a todos os agentes económicos e investidores interessados para apresentação dos principais objetivos do projeto".

O município acrescenta que o encontro se enquadra no objetivo de "promover, em 2017, um concurso público internacional para a conceção, financiamento, construção, exploração e manutenção da Nova Feira Popular de Lisboa".

Para participar na sessão, que decorre às 11:00 de 21 de fevereiro nos Paços do Concelho de Lisboa, os interessados devem inscrever-se através do endereço de ‘email' feirapopulardelisboa@cm-lisboa.pt.

A Feira Popular de Lisboa foi criada em 1943 para financiar férias de crianças carenciadas e, mais tarde, passou a financiar toda a ação social da fundação O Século.

Antes de Entrecampos, onde fechou em 2003, a feira funcionou em Palhavã.

No final de 2015, mais de 12 anos depois do encerramento, a autarquia anunciou que a Feira Popular iria voltar, inserida num parque urbano de 20 hectares em Carnide.

Um estudo preliminar datado de outubro de 2015 e divulgado em junho do ano seguinte, encomendando pela autarquia a uma empresa holandesa, refere que a Feira Popular deverá representar um investimento de cerca de 70 milhões de euros.

O documento, elaborado pela empresa holandesa Jora Vision - que já fez estudos semelhantes para outros parques temáticos da Europa -, precisa que neste número se inserem as atrações (que representam a maior fatia de investimento, na ordem dos 27 milhões de euros), o trabalho no terreno (20 milhões), a decoração (15 milhões), a construção (5,2 milhões) e o 'design' e engenharia (3,2 milhões).

No que toca aos visitantes, a empresa define como dois principais públicos-alvo as famílias e os aventureiros que procuram emoções fortes, ainda que assinale que ali haverá "atrações para entreter um vasto público".

A expectativa é de que os visitantes possam frequentar a nova Feira Popular em 2018, de acordo com o estudo, que aponta um total de 800 mil nesse ano.

No ano seguinte, o número deverá subir para 900 mil e atingir um milhão em 2020.

Já em 2021 passará para 1,2 milhões de visitantes e em 2022 para 1,4 milhões de visitantes.

O estudo preliminar aponta ainda que os bilhetes deverão custar dois euros.

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