“A construção tem encontrado alguns problemas no terreno, porque os estudos prévios não corresponderam àquilo que foi encontrado quando a obra arrancou”, disse a vereadora Madalena Nunes, após a reunião do executivo camarário.

A autarca explicou que a empreitada vai ficar “mais cara e mais morosa” devido à necessidade de reforçar as fundações do empreendimento, que consiste em 30 fogos, para onde serão transferidas as famílias que vivem num bairro que será demolido ao abrigo do programa Amianto Zero, que visa eliminar este produto das habitações sociais.

Madalena Nunes, titular do pelouro da Habitação e Desenvolvimento Social, indicou, por outro lado, que foi aprovado o processo de expropriação de terrenos para a requalificação e ampliação de dois arruamentos nas zonas altas do concelho, orçado em 13 mil euros, sendo que o início das obras fica agora dependente dos acordos estabelecidos com os proprietários.

“Uma imagem de marca do executivo é pensar a cidade para todas as pessoas, na baixa, a nível médio e nas zonas altas”, sublinhou.

A Câmara Municipal do Funchal é liderada pela coligação Confiança (PS/BE/PDR/Nós, Cidadãos!), com seis vereadores, mas o executivo integra também quatro vereadores do PSD e um do CDS-PP.

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