O grupo, cujo advogado apresentou a declaração na quarta-feira, anunciou no início de maio o fim das suas atividades e o início do processo de falência no Reino Unido, ao mesmo tempo que preparava a declaração de falência nos Estados Unidos.

A Cambridge Analytica foi acusada de ter utilizado dados pessoais de 90 milhões de utilizadores do Facebook sem o consentimento das pessoas afetadas.

As informações teriam sido utilizadas para elaborar um programa que permitiu prever e influenciar o voto dos eleitores na campanha presidencial dos Estados Unidos de 2016, vencida por Donald Trump.

A empresa britânica negou as acusações, apesar das gravações, feitas com uma câmera escondida, do seu diretor geral, Alexander Nix, que acabou suspenso.

O Facebook insiste que não sabia que os dados obtidos pela empresa de consultoria por meio de uma aplicação de testes psicológicos, desenvolvido por um professor e investigador universitário, foram utilizados com fins políticos.

A empresa americana, no entanto, foi arrastada pelo escândalo, acusada de não proteger de modo suficiente os seus utilizadores.

O seu fundador e CEO, Mark Zuckerberg, teve que pedir desculpas em abril pelos "erros" da empresa durante uma audiência no Congresso americano.

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