“Não tem moralidade. Legitimidade formal naturalmente tem. Ele foi eleito, não foi demitido. Enquanto o Parlamento não decidir investigar qualquer eventual crime que o presidente cometa, tem legitimidade. Está ferido de morte na forma como exerce o seu mandato, mas quem tem que pôr em causa a legitimidade formal do presidente é o Parlamento, que pode e deve pedir a investigação de um eventual crime”, explicou Paulo Morais ao JN, na Póvoa do Varzim, após uma sessão que assinalou o Dia Internacional Contra a Corrupção.

No site da presidência, sobre o Dia Internacional Contra a Corrupção, Marcelo Rebelo de Sousa deixou uma nota, destacando a necessidade de “progredir, institucional e juridicamente, no combate legislativo e operacional aos fatores de risco mais abundantes identificados pela Comissão Europeia, como são os conflitos de interesses, os financiamentos duplos, a cartelização ou a ausência de capacidade técnica e de uma cultura organizacional antifraude e economia não-registada”.

Para Paulo Morais, neste dia e esta nota deixam o líder da Frente Cívica preocupado, afirmando que Marcelo está apenas "preocupado que as pessoas se preocupem. Não está preocupado com a corrupção em si”, critica.

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