Através de uma nota enviada à agência Lusa, o partido liderado por Francisco Rodrigues dos Santos anunciou que “promoveu a constituição de um Conselho Estratégico e Programático, composto por diversas personalidades da direita social, representativas dos setores mais relevantes da sociedade”.

Este órgão é “maioritariamente composto por independentes sem vínculo” ao partido e vai ter uma “natureza consultiva” junto da Comissão Nacional Política do CDS.

A função desta estrutura vai ser o “aconselhamento nas questões essenciais da condução política do partido, no posicionamento estratégico e no aprofundamento programática” das propostas do CDS-PP.

Fazem parte deste conselho, por exemplo, Bruno Costa, professor universitário e antigo dirigente do Aliança – partido fundado pelo antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes -, o economista Filipe Osório de Castro, o investigador do Banco de Portugal Pedro Teles, o antigo secretário de Estado da Justiça no XV Governo Constitucional (2002 – 2004) João Mota Campos, e também a deputada na Assembleia Municipal de Lisboa (eleita pelo CDS) e arquiteta Margarida Bentes Penedo.

A Comissão Executiva – órgão mais restrito do partido - vê na constituição desta estrutura uma “enérgica confirmação da importância do CDS-PP no regime político português e reitera a confiança de muitos na liderança de Francisco Rodrigues dos Santos”.

O conselho vai servir para a criação da “ideia de futuro e de progresso assente nos valores” dos democratas-cristãos.

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