Com cartazes onde se podia ler “obras sim, amianto não”, os jovens gritaram palavras de ordem ao longo dos cerca de dois quilómetros entre a vila de Camarate e a escola denunciando as condições em que estudam.

“O amianto mata”, “Perigo amianto” e “A escola precisa de ajuda” eram alguns dos cartazes empunhados pelos jovens e encarregados de educação com a frase “Os pais de Camarate não podem esperar. O amianto tem de acabar” a encabeçar a marcha do movimento.

O objetivo principal da marcha foi alertar para a presença de materiais muito degradados contendo amianto em várias estruturas da escola, nomeadamente em pavilhões em madeira com mais de 30 anos que nunca sofreram obras de requalificação.

A marcha juntou alunos, pais, professores, funcionários não docentes e representantes da associação de pais, do Movimento Escolas Sem Amianto (MESA) e da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, além da deputada do Bloco de Esquerda Joana Mortágua.

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