Também os chefes da diplomacia alemã e britânica visitaram aquela região ao longo das duas últimas semanas e o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, está agora no Golfo para tentar agilizar o fim da crise que opõe o Qatar, por um lado, à Arábia Saudita, aos Emirados Árabes Unidos, ao Bahrein e ao Egito, por outro, que acusam aquele pequeno emirado de apoiar o terrorismo.

Le Drian vai estar no sábado e no domingo no Qatar, na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e no Kuwait, o país que está a mediar as negociações para ultrapassar o impasse, segundo a porta-voz da diplomacia francesa, Agnès Romatet-Espagne.

"Preocupados com as tensões atuais que afetam os países com os quais temos relações fortes e amigáveis, apelamos a um apaziguamento rápido no interesse de todos", afirmou.

França tem relações comerciais importantes com os dois principais atores da crise, o Qatar e a Arábia Saudita, sendo o último acordo realizado um exemplo disso: na terça-feira foi formalizada uma parceria a 25 anos entre a Petrolífera do Estado do Qatar (QP) e a gigante francesa Total para desenvolver o maior campo de petróleo 'offshore' de Al-Chahine.

Esta crise do Golfo eclodiu no início de junho, depois de a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e o Egito terem rompido as relações diplomáticas com o Qatar e imposto bloqueios ao país, acusando-o de apoiar o terrorismo e de manter relações demasiado estreitas com o Irão xiita.

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