A instituição informou que foram administradas quase 510,9 milhões de doses na China continental e que tem capacidade para injetar 20 milhões de doses por dia.

Perante pequenos surtos registados em várias províncias do país nas últimas semanas, Pequim redobrou os esforços para atingir a meta de inocular 40% da sua população no dia 30 de junho.

Com cerca de 1.400 milhões de habitantes, a China é o país mais populoso do mundo.

Autoridades e especialistas chineses enfatizaram a necessidade de encorajar os residentes a imunizarem-se contra a covid-19. Muitos cidadãos consideram desnecessário serem vacinados porque, no geral, o país conseguiu extinguir a doença há mais de um ano.

Nos últimos meses, as autoridades do país têm respondido a cada surto de maneira expedita, com quarentenas seletivas, restrições de viagens e grandes campanhas de teste que, em poucos dias ou semanas, extinguem os surtos locais.

A taxa de vacinação acelerou, no último mês, após a deteção de dois pequenos surtos nas províncias de Anhui e Liaoning.

Em abril passado, o chefe do Centro de Controlo de Doenças do país, Gao Fu, garantiu que a China espera vacinar entre 70% e 80% da sua população até ao final deste ano ou meados de 2022, para atingir a imunidade coletiva.

O país deve inocular cerca de mil milhões de pessoas.

As autoridades chinesas autorizaram, até à data, o uso no seu território de quatro vacinas, desenvolvidas pelas farmacêuticas chinesas, Sinopharm, Sinovac e Cansino, esta última, de dose única.

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