Este programa de apoio aos rebeldes sírios começou há quatro anos e tem tido um impacto limitado, especialmente desde que as forças armadas russas entraram no conflito do lado de Bashar al-Assad, em 2015, revelaram ao jornal responsáveis norte-americanos, sob anonimato.

O Presidente Donald Trump tomou esta decisão há quase um mês, depois de uma reunião com o chefe da CIA, Mike Pompeo, e com o conselheiro de segurança nacional, general McMaster, avançou o Washington Post, que contactou a Casa Branca e a CIA, mas não obteve qualquer comentário oficial sobre o assunto.

O jornal norte-americano escreve que a eliminação deste programa de apoio a rebeldes sírios reflete a intenção do presidente dos EUA de “encontrar maneiras de trabalhar com a Rússia” e o “reconhecimento dos limites de influência de Washington”.

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