A técnica baseia-se na deteção de vesículas extracelulares, partículas formadas por uma camada lipídica e emitidas pela maioria das células vivas.

A equipa do investigador Tony Hu, do centro de diagnósticos personalizados da Virginia, Estados Unidos, criou um método para detetar as vesículas extracelulares derivadas de tumores que carregam uma proteína, conhecida como EphA2, que poderá permitir diagnosticar os sinais mais precoces de cancro do pâncreas.

“O cancro do pâncreas é um tipo de cancro em relação ao qual precisamos desesperadamente de um biomarcador de sangue precoce”, afirma Tony Hu, lembrando que é difícil neste tipo de tumor captar um sinal de diagnóstico quando não há sintomas.

O cancro do pâncreas mata anualmente cerca de 358 mil pessoas em todo o mundo.

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