Aquele organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou-se "inspirado pelos milhões de crianças e adolescentes que se manifestaram pela mudança climática", reconhecendo que os mais novos "já estão a ser afetados pela contaminação, as secas, os desastres naturais e a degradação do ecossistema".

O presidente do comité, Luis Pedernera, considerou bem-vinda "a ativa e significativa participação das crianças, como defensores dos direitos humanos, em assuntos que os preocupem, como qualquer outra pessoa".

Em comunicado, o comité recorda que a convenção sobre os direitos das crianças, que celebra este ano o seu trigésimo aniversário, reconhece aos menores de idade o direito à liberdade de expressão e considera inaceitável qualquer ameaça ou abuso pelo exercício dessa liberdade.

A ativista adolescente sueca Greta Thunberg, que iniciou no ano passado as greves às aulas pelo clima, que atingiram proporções globais, é frequentemente alvo de críticas, como aconteceu com o Presidente norte-americano, Donald Trump.

Depois de um apelo emotivo e angustiado de Greta Thunberg perante líderes mundiais na Cimeira da Ação Climática, em que a jovem de 16 anos acusou a geração no poder de lhe ter tirado o futuro, Trump respondeu ironicamente que Greta Thunberg parecia "uma criança muito feliz, entusiasmada por um futuro brilhante e maravilhoso".

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