Na sua página na rede social Facebook, Thunberg escreveu que os atacantes “parece que atravessam todas as marcas para desviarem as atenções, uma vez que estão desesperados em impedir que se fale da crise climática e ecológica”.

A jovem sueca, que teceu fortíssimas críticas aos dirigentes mundiais, na assembleia geral da Organização das Nações Unidas pela passividade política na resposta ao aquecimento global, criticou os “fomentadores de ódio”, que estão “mais ativos do que nunca”.

No seu caso, Thunberg detalhou: “Criticam-me, a minha aparência, a minha roupa, o meu comportamento e a minha diferença”.

Ora, contrapôs, “ser diferente não é uma doença e a ciência não é uma opinião – são factos”.

De forma direta, considerou: “Honestamente, não percebo porque é que há adultos que escolhem passar o seu tempo a gozar e ameaçar crianças e adolescentes, por promoverem, a ciência, quando poderiam estar a fazer alguma coisa boa, em vez disso. Acho que eles simplesmente sentem-se ameaçados por nós”.

A sua mensagem terminou com um apelo à participação nas várias ações da greve climática mundial previstas para sexta-feira.

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