James Fields Jr., de 21 anos e assumido neonazi, atingiu com o seu carro um grupo de pessoas, no momento em que se registavam confrontos entre protestantes e contraprotestantes durante uma marcha supremacista branca.

O júri considerou que o autor do ataque agiu intencionalmente, tendo acabado por matar uma mulher e ferir quase 40 pessoas.

Os advogados de Fields alegaram que o seu cliente agiu em legítima defesa, tendo a dado momento referido também questões de sua saúde mental.

A marcha tinha sido convocada para contestar a decisão de Charlottesville de remover a estátua do general Robert E. Lee de um parque no centro da cidade, considerado atualmente um símbolo da defesa da escravatura e do racismo.

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