“Não podia encontrar no Presidente mais apoio para os projetos e as intenções que o CES certamente apresentará ao público para ações de debate sobre pontos importantes na vida política portuguesa”, afirmou Correia de Campos, depois de ter sido recebido em Belém por Marcelo Rebelo de Sousa, que reservou o dia para receber os parceiros sociais e ouvir as suas opiniões sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2017.

Correia de Campos, aos jornalistas, classificou como “muito estimulante” a troca de impressões com o Presidente da República, depois de enaltecer a importância do CES no aconselhamento das “peças legislativas e orçamentais” mais importantes.

“Isto [o diálogo e aconselhamento do CES] é tão mais importante quando sabemos muito pouco do que vai acontecer nos tempos mais próximos na Europa e fora da Europa, e temos de aproveitar esta descompressão e esta capacidade de pôr toda a gente a conversar de forma produtiva, para dar passos e avançar na concertação”, concluiu o presidente do CES, numa declaração aos jornalistas sem direito a perguntas.

No seu projeto de parecer sobre a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2017, a que agência Lusa teve acesso, o CES defendeu a necessidade de medidas para aumentar a receita do Estado, mas que não prejudiquem a atividade económica, e para promover a justiça fiscal.

Na sexta-feira, questionado sobre os encontros de hoje, o Presidente da República disse esperar “recetividade por parte dos parceiros patronais e laborais" para que haja "um entendimento, pequeno que fosse, a médio prazo", para o país.

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