Segundo o britânico 'The Guardian', a monarca aderiu agora ao movimento "fur-free", ou seja, sem qualquer pelo ou pele animal no seu vestuário. Angela Kelly, designer e assistente pessoal da Rainha, foi quem revelou esta decisão.

"Se Sua Majestade participar num casamento num clima particularmente frio, depois de 2019 será usado pelo falso para garantir que ela fique quente", referiu.

"À medida que novas roupas são projetadas para a rainha, qualquer pelo usado será falso", confirmou um representante do palácio ao 'Daily Telegraph'. Contudo, Isabel II vai continuar a usar as peças que já tem, incluindo as roupas cerimoniais.

Nos últimos tempos, grandes marcas, eventos e até estados anunciaram a mesma medida. Em 2017, a italiana Gucci anunciou deixar de usar peles; em 2018, a semana de moda de Londres tornou-se o primeiro dos grandes eventos de moda a comprometer-se com a proibição de peles; já este ano foi a Prada a aderir ao movimento, bem como a Califórnia, que no mês passado se tornou no primeiro estado dos EUA a proibir produtos com origem em pele animal.

Agora, a notícia da rainha foi bem recebida pelos ativistas.  "A equipa da PETA [People for the Ethical Treatment of Animals] brinda com um copo de Gin e Dubonnet à decisão da rainha de se libertar [das peles]", referiu Mimi Bekhechi, acrescentando que o sucedido é um "sinal dos tempos, já que 95% do público britânico também se recusa a usar peles verdadeiras".

Posto isto, a questão que se impõe — e que já chegou à rainha — é só uma: os guardas da rainha vão deixar de usar os clássicos "chapéus" com pelo de urso? A PETA diz que a solução já existe — e é de pelo falso.

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