"Não vale a pena estar a montar coisas para virem em fotografias de jornais, se depois elas não funcionam", afirmou Miguel Costa Gomes aos jornalistas, numa videoconferência de imprensa.

Para o autarca socialista, "não interessa" estar a montar aquelas unidades quando, na prática, elas "não correspondem às expectativas" das populações, seja por falta de testes, de reagentes ou de zaragatoas.

"Temos de ser práticos e pragmáticos", acrescentou, sublinhando que o município está a trabalhar "sempre dentro daquilo que é solicitado" pelas autoridades de saúde.

Costa Gomes adiantou que, pelo menos até segunda-feira, ainda não tinham começado os rastreios nos lares de idosos do concelho, mas garantiu que as equipas técnicas "estão preparadas" para avançar, logo que os testes cheguem.

Os testes serão feitos aos funcionários dos lares e aos utentes que apresentem alguma sintomatologia.

"É verdade que há um atraso considerável na marcação de testes, mas estamos a trabalhar para ultrapassar isso", disse ainda o autarca de Barcelos.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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