Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, o país sul-americano totaliza agora 131.210 óbitos e ultrapassou hoje os 4,3 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus (4.315.687).

A tutela da Saúde indicou que investiga ainda a possível relação de 2.375 mortes com a doença.

A taxa de incidência da covid-19 no Brasil é hoje de 62,4 mortes e de 2.053,7 casos por cada 100 mil habitantes.

Desde o início da pandemia, que foi oficialmente registada no país em 26 de fevereiro, o Brasil já registou a recuperação de 3.553.421 doentes infetados com o novo coronavírus, e 631.056 estão sob acompanhamento médico.

O maior foco da pandemia em território brasileiro, com 890.690 pessoas diagnosticadas e 32.567 mortos, é o estado de São Paulo, o mais rico e populoso do país, com cerca de 44 milhões de habitantes.

Na lista de estados mais afetados seguem-se a Bahia, com 281.665 infetados e 5.912 vítimas mortais, Minas Gerais, com 250.190 diagnósticos e 6.200 mortes, e o Rio de Janeiro, que soma 240.776 casos e 16.985 óbitos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil aprovou hoje o regresso dos testes da vacina da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a covid-19.

Os testes tinham sido suspensos na semana passada, após uma “doença inexplicável” num dos voluntários participantes.
“Os ensaios clínicos da vacina contra o coronavírus da AstraZeneca e da [Universidade] Oxford foram retomados no Reino Unido após a Autoridade Reguladora da Saúde de Medicamentos confirmar a sua segurança”, anunciou hoje o grupo farmacêutico num comunicado.

Esta possível vacina, considerada uma das mais avançadas das que se desenvolveram em todo o mundo, está nas fases finais dos ensaios clínicos, antes de receber a autorização dos organismos reguladores para proceder à imunização da população.

No mês passado, a AstraZeneca começou a recrutar 30.000 pessoas nos Estados Unidos para o seu maior estudo da vacina, que também está a ser testada em milhares de pessoas no Reino Unido, Brasil ou na África do Sul.

O Governo brasileiro já estabeleceu um protocolo que prevê a disponibilização de 30 milhões de doses dessa vacina até ao final do ano e está a concluir as negociações para o pagamento e assinatura de um acordo final que incluirá também a transferência de tecnologia para produção nacional, que deverá ser conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

"Após avaliar os dados do evento adverso, sua causalidade e o conjunto de dados de segurança gerados no estudo, a Anvisa concluiu que a relação benefício/risco se mantém favorável e, por isso, o estudo poderá ser retomado", indicou hoje a Anvisa em comunicado.

Na nota, a agência reguladora brasileira disse ainda que "continuará a acompanhar todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas cabíveis para garantir a segurança dos participantes".

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 916.372 mortos e mais de 28,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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