Hoje é o quarto dia consecutivo em que o país sul-americano soma mais de mil vítimas mortais diárias, no momento em que o país atravessa uma segunda vaga da pandemia.

Em relação às infeções, o país registou 56.552 novos casos entre quinta-feira e hoje, chegando aos 8,7 milhões de diagnósticos positivos (8.753.920) desde o início da pandemia.

No Brasil, país lusófono mais afetado pelo novo coronavírus e um dos mais atingidos do mundo, a taxa de letalidade da doença permanece em 2,5%.

Já a taxa de incidência está fixada em 102 mortes e 4.166 casos por cada 100 mil habitantes.

Geograficamente, o foco da pandemia está em São Paulo, estado mais rico e populoso do país, que sozinho concentra 1.679.759 infetados e 51.192 óbitos.

No total, quase 7,6 milhões de pacientes já recuperaram da doença no Brasil, enquanto que 943.906 diagnosticados permanecem sob acompanhamento médico, em hospitais ou nas suas residências, a depender da gravidade dos casos.

Uma semana depois do previsto, o Brasil recebeu hoje dois milhões de doses da vacina desenvolvida pelo laboratório anglo-sueco AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, provenientes da Índia.

As vacinas foram recebidas no aeroporto internacional de São Paulo pelos ministros brasileiros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Saúde, Eduardo Pazuello, num momento em que o país já iniciou o seu Plano Nacional de Imunização.

"Com o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, na chegada a Guarulhos (São Paulo) dos dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, produzidos pelo laboratório indiano Serum. Momento importante para a saúde dos brasileiros e para a grande parceria Brasil-Índia", escreveu na rede social Twitter Ernesto Araújo, partilhando uma fotografia da chegada do imunizante.

A partir de São Paulo, as doses serão transferidas ainda hoje para o Rio de Janeiro, onde fica sediada a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), principal centro de investigação médica da América Latina e que será responsável pela produção do imunizante em território brasileiro.

Também o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, celebrou a chegada da vacina a território brasileiro, numa mensagem dirigida ao seu homólogo indiano, Narendra Modi.

"O Brasil sente-se honrado em ter um grande parceiro para superar um obstáculo global. Obrigado por nos auxiliar com as exportações de vacinas da Índia para o Brasil", escreveu no Twitter o chefe de Estado, após a nação asiática ter adiado uma semana a exportação das doses para o Brasil.

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