Em relação às infeções, o número de casos detetados entre terça-feira e hoje ascendeu a 63.520, totalizando 8.996.876 pacientes diagnosticados desde o início da pandemia, registada oficial no Brasil no final de fevereiro último.

Assim, a taxa de incidência da covid-19 em território brasileiro é hoje de 105 mortes e 4.281 casos por cada 100 mil habitantes.

No Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, o foco da pandemia é o Estado de São Paulo, que, sozinho, é responsável por mais de 1,7 milhões de casos positivos (1.731.294) e concentra 52.170 vítimas mortais.

Outra das unidades federativas mais afetadas pelo novo coronavírus é Minas Gerais (mais de 707 mil casos e 14.544 mortos), que, apesar de ter registado um recorde de óbitos (216) nas últimas 24 horas, autorizou hoje o funcionamento de todas as atividades não essenciais.

“Nós entendemos que esta mudança tem condição de ser mais perene, de ser mais duradoura, permitirá que aquelas atividades que estão fechadas há muito tempo, tenham algum fôlego, retornem, preservando postos de trabalho. A atividade económica, assim como o trabalho, são comemorativos e são indicadores da saúde, temos de lembrar disso”, disse o secretário estadual de Saúde, Carlos Eduardo Amaral.

Os protocolos a serem adotados em cada cidade vão variar conforme a “onda” em que cada uma se insere, sendo a vermelha a mais restritiva e a verde a com menos impedimentos.

Com a mudança, eventos com até 30 pessoas poderão ocorrer nas cidades que estão na onda vermelha do programa estadual; com 100 pessoas na onda amarela e 150 na verde. Hotéis poderão funcionar com 50% de ocupação na onda vermelha, 75% na amarela e 100% na onda verde.

O secretário acrescentou ainda que, neste momento, os municípios de Minas Gerais deverão fiscalizar o cumprimento dos protocolos sanitários e que poderão contar com apoio da Polícia Militar.

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