“Ordenei que todas as medidas apropriadas fossem tomadas para impor a proibição de movimento desnecessário em todo o país a partir das 06:00 (04:00 em Lisboa) de segunda-feira”, indicou o chefe do governo numa mensagem dirigida à nação transmitida pela televisão.

“Nas ruas, só poderão circular os que vão trabalhar, ao médico, ou ter com alguém que precise de ajuda, comprar comida ou medicamentos, passear os animais domésticos ou fazer exercício físico sozinhos ou com mais uma pessoa”, precisou Mitsotakis.

À semelhança de outros países que impuseram o confinamento geral, os cidadãos gregos que se desloquem devem ter consigo o bilhete de identidade ou passaporte e um justificativo da deslocação.

Desde quinta-feira, o número de mortos devido ao coronavírus duplicou na Grécia, atingindo hoje os 15, enquanto o número de casos ascende a 624, numa população de perto de 11 milhões.

Desde que registou a primeira morte da covid-19 a 12 de março, a Grécia tem adotado progressivamente medidas rigorosas para limitar as concentrações de pessoas e deslocações, como o encerramento dos estabelecimentos de ensino, lojas e locais de entretenimento.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 308.000 pessoas em todo o mundo, das quais mais de 13.400 morreram.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, com a Itália a ser o país do mundo com maior número de vítimas mortais, com 4.825 mortos em 53.578 casos. Segundo as autoridades italianas, 6.062 dos infetados já estão curados.

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