“Dentro das limitações atuais, o HGO continua a adotar medidas que permitam garantir a resposta a doentes covid-19 e não covid-19”, refere um comunicado divulgado por aquela unidade hospitalar, adiantando que apresenta hoje um registo total de 152 doentes infetados com o vírus SARS-CoV-2.

De acordo com o HGO, “133 [doentes] estão internados em enfermaria, 18 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e um doente em Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD)”.

No comunicado, em que enaltece o esforço e dedicação dos profissionais de saúde, a administração do HGO adianta que o hospital “está atualmente no nível III do seu Plano de Contingência, que previa inicialmente um total de 66 camas em enfermaria e nove de cuidados intensivos, destinadas a doentes positivos para SARS-COV-2”.

O HGO refere ainda que “está a trabalhar para, no final do mês de janeiro, expandir a Área Dedicada ao Atendimento de Doentes Respiratórios (ADR) do Serviço de Urgência Geral”.

“Na Região de Lisboa de Vale do Tejo, o HGO tem sido um dos hospitais com maior volume de doentes infetados por SARS-CoV-2, internados em enfermaria”, acrescenta o documento, salientando que a taxa de esforço, face ao que estava previsto inicialmente, já é de mais de “40%”.

Este comunicado surgiu um dia depois de o HGO ter anunciado que a sua capacidade estava “além do seu nível máximo” do Plano de Contingência.

Na quarta-feira, o Hospital Garcia de Orta (HGO) tinha as 155 camas afetas à covid-19 ocupadas.

“Hoje, o Hospital Garcia de Orta regista um total de 155 doentes positivos por infeção por SARS-CoV-2, dos quais 136 estão internados em enfermaria, 18 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e um doente internado em Unidade de Hospitalização Domiciliária”, indicou.

Até final do mês de janeiro, o HGO prevê abrir uma nova Unidade contentorizada de internamento e uma outra, destinada ao circuito externo para doentes respiratórios do Serviço de Urgência Geral.

Desde o início da pandemia, o Hospital adotou diferentes medidas para melhorar o acesso à prestação de cuidados a todos os doentes, como a criação no Serviço de Medicina Intensiva de seis quartos individuais de pressão negativa e a ampliação Unidade de Cuidados Intensivos.

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