De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil totaliza agora 109.888 vítimas mortais e 3.407.354 casos de infeção desde o início da pandemia, registada oficialmente no país em 26 de fevereiro, quando o primeiro doente foi diagnosticado.

O Governo, liderado pelo Presidente Jair Bolsonaro, também confirmou que 2.554.179 pessoas infetadas já são consideradas recuperadas da doença, sendo o segundo país do mundo com maior número de recuperados.

O Brasil tem agora uma incidência de 52,3 óbitos e 1.621,4 casos da doença por cada 100 mil habitantes, quando a taxa de letalidade se encontra fixada em 3,2%.

São Paulo é o estado mais afetado pela pandemia, com 711.530 pacientes infetados e 27.315 vítimas mortais, sendo seguido pela Bahia, que totaliza 221.041 casos confirmados e 4.542 mortos, e pelo Rio de Janeiro, que soma oficialmente 199.480 diagnosticados com o novo coronavírus e 14.728 óbitos.

Mais de 64% das crianças infetadas pelo novo coronavírus na cidade de São Paulo são assintomáticas e 16% já tiveram contacto com o vírus, segundo um estudo feito pela prefeitura deste município em seis mil crianças e adolescentes entre os 4 e os 14 anos.

Perante estes dados, o autarca de São Paulo, Bruno Covas, anunciou hoje que vetou a reabertura das escolas, programada para acontecer a partir do dia 08 de setembro.

A medida tinha sido autorizada pelo governo estadual para as cidades que estão numa das fases mais avançadas do plano de reabertura económica decorrente da pandemia.

"O regresso às aulas, neste momento, para a Prefeitura de São Paulo, significaria a ampliação do número de casos (...) e de óbitos aqui na cidade de São Paulo, razão pela qual nós não teremos o retorno das aulas em setembro, como o estado autorizou", disse Bruno Covas à imprensa.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e o segundo mais atingido no mundo, apenas atrás dos Estados Unidos da América.

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