No dia 27 de janeiro foi registado um total de 90.234 casos contabilizados nos sete dias anteriores, com uma média diária de 12.891 casos, muito acima dos meses de março e abril de 2020, em que o máximo de média diária de novos casos foi 5.618.

Desde 28 de dezembro que o aumento de novos casos confirmados a sete dias tem sofrido “um aumento exponencial”, à semelhança do que aconteceu em março passado, quando foram detetados os primeiros casos de contágio, e em outubro, quando se verificou um novo pico.

Os dados do INE relativos a 27 de janeiro indicam uma taxa de incidência de 1.628 casos por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Em 70 por cento dos municípios do país havia a 18 de janeiro um número de novos casos por 100 mil habitantes superior ao limite de 960, definido pelo governo como “risco extremamente elevado”.

O município com o maior número de contágios a 14 dias era nesta data Aguiar da Beira, com 6.255 novos casos por 100.000 habitantes.

Em 108 destes 215 municípios havia nesta data 1.500 novos casos por 100 mil habitantes.

Também no dia 18 de janeiro verificava-se uma taxa de incidência nacional de 1.266 por 100.000 habitantes a 14 dias, mas este valor era superior no Centro (1.438), Área Metropolitana de Lisboa (1.390) e Alentejo (1.365).

Os novos casos detetados nestas três regiões correspondiam a 62% do total de casos nacionais, com Lisboa à cabeça, com 30% dos casos.

Alentejo, Área Metropolitana de Lisboa e Centro superaram entre 21 de dezembro e 17 de janeiro o valor médio nacional de mortes, com um número de mortes 1,3 vezes superior à média do mesmo período nos últimos cinco anos.

O número de mortos durante estas quatro semanas foi 1,5 vezes superior à média do período de referência em 72 dos 308 concelhos.

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