"No arranque do 2.º período letivo, indo ao encontro da determinação da Direção-Geral da Saúde (DGS) para a realização de um rastreio à Covid-19 a docentes e não docentes, foram realizados cerca de 150 mil testes", informou o Ministério da Educação em comunicado, frisando que este é "um número mais baixo do que o do 1.º período letivo (cerca de 180 mil) e em relação ao universo total (cerca de 220 mil), desde logo atendendo a que as normas da DGS em vigor desaconselham a testagem a quem esteve infetado nos últimos 180 dias".

Assim, "este varrimento determinado pela autoridade nacional de saúde aos profissionais da comunidade escolar, que a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares operacionalizou, revelou uma taxa de positividade de 1,79%, correspondendo a perto de 2.700 casos positivos nos cerca de 5.400 estabelecimentos de educação e ensino de norte a sul do país".

Segundo a informação disponibilizada, "nos próximos dias ainda serão realizados testes pontuais, num conjunto muito reduzido de escolas, os quais não puderam ocorrer por limitações das equipas de testagem dos laboratórios, naturalmente também a braços com situações de isolamentos, bem como pelo nível de solicitações resultantes do número de casos registados diariamente em todo o país".

"De sublinhar que este rastreio, facultativo, é independente dos testes realizados 'por motivo de investigação de casos, contactos e/ou surtos na comunidade escolar', tal com refere a norma da DGS, bem como dos quatro testes mensais que cada cidadão pode realizar, gratuitamente, nas farmácias ou laboratórios de todo o país", é ainda referido.

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