O detido, cujo nome não foi divulgado pelas autoridades brasileiras, foi descoberto após o seu nome ter sido incluído na lista vermelha da Interpol em setembro último.

A lista reúne pessoas procuradas a nível internacional com mandado de captura.

O mandado de prisão para a extradição do português foi emitido pelo Supremo Tribunal Federal.

O cidadão português estava em Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná, e foi detido após comparecer ao velório de um familiar.

A investigação da Polícia Federal iniciou após o homicida ser abordado por agentes da Brigada Militar, no final de agosto, em Torres, cidade localizada no Rio Grande do Sul.

“Os polícias militares desconfiaram dos documentos do estrangeiro e informaram a Representação Regional da Interpol no Rio Grande do Sul. Após o recebimento da informação, a Polícia Federal procurou verificar a idoneidade do documento com o órgão de identificação civil de Minas Gerais, estado que constava como originário da cédula de identidade”, refere um comunicado emitido pela polícia brasileira.

“As diligências indicaram que o documento tinha sido expedido mediante apresentação de certidão falsa. A partir dessa confirmação, polícias federais entraram em contacto com a Interpol em Portugal para verificar as impressões digitais, obtendo a informação de que o estrangeiro estava foragido do seu país”, acrescenta.

O detido recolheu à Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, onde aguarda a conclusão do processo de extradição para Portugal.

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