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Repórteres mortos em locais como Iraque, Síria, México, Rússia e Sudão do Sul foram segunda-feira homenageados no Memorial dos Jornalistas em Washington, Estados Unidos, e elogiados pelo seu compromisso de procurar a verdade.

Entre os que compareceram à cerimónia anual, realizada no Memorial dos Jornalistas Caídos, dentro do Newseum, estavam a viúva e a filha de um fotógrafo vietnamita morto num acidente de helicóptero de 1971, que só recentemente se soube do seu destino.
Os 18 jornalistas hoje homenageados - sete mulheres e 11 homens de várias nacionalidades – pretenderam representar todos os 46 que foram mortos em 2017 em vários locais do mundo.
A lista do memorial tem 2.323 jornalistas que foram mortos pelo seu trabalho desde 1837.
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