“Hoje, recordamos seis milhões de judeus – homens, mulheres e crianças – cujos sonhos foram arrancados da terra. Lembramos milhões de outras vítimas inocentes dos nazis”, declarou Trump, numa cerimónia que decorreu no Congresso, organizada pelo Museu do Holocausto, em Washington.

Para o Presidente dos Estados Unidos, “negar a existência do Holocausto é uma das numerosas formas de antissemitismo perigoso que está sempre presente no mundo”, acrescentou, perante sobreviventes dos campos de concentração.

“Nós vamos combater o antissemitismo, eu comprometo-me pessoalmente”, disse ainda, sobre um fenómeno que tem sido sentido, entre outros espaços públicos, nas universidades.

“Enquanto Presidente dos Estados Unidos, eu estarei sempre ao lado do povo judeu e do nosso grande amigo, o Estado de Israel”, prosseguiu.

Alguns dias após a tomada de posse, a 20 de janeiro, uma polémica irrompeu quando Trump, por ocasião do Dia Mundial da Memória das Vítimas do Holocausto, difundiu um comunicado no qual não falava dos judeus.

O Presidente foi também criticado por ter reagido demasiado tarde a uma série de incidentes de caráter antissemita que ocorreram em vários pontos dos Estados Unidos.

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