Como votaria se as eleições legislativas fossem hoje? Este é o ponto de partida para uma sondagem Expresso/SIC publicada este sábado, 15 de fevereiro, que dá conta das intenções de voto dos portugueses e das taxas de aprovação dos políticos nacionais.

Segundo esta sondagem, o PS reúne 33% das intenções de voto, menos 3 pontos percentuais (p.p.) do que o resultado obtido nas eleições legislativas de 6 de outubro de 2019. Já o PSD, segundo esta projeção, mantém-se com 28% das intenções de voto.

À esquerda é de referir que o Bloco de Esquerda desce 1 p.p. para 9% das intenções de voto, enquanto a CDU sobre 2 p.p. para 8%.

A subida mais significativa regista-se no Chega, partido liderado por André Ventura, que sobre 5 p.p. face ao resultado obtido em outubro, alcançado 6% das intenções de voto.

Inalterados mantêm-se o CDS (4%), o PAN (3%) e o Livre (1%), enquanto o Iniciativa Liberal sobe 1 p.p. para 2% das intenções de voto.

Quem é mais popular?

No índice de popularidade — numa escala de 0 (avaliação muito negativa) a 10 (avaliação muito positiva) —, António Costa segue na frente e reúne 5,6 pontos, subindo um 0,1 pontos.

Segue-se Catarina Martins com 4,6 pontos (-0,2 pontos) e Rui Rio, a quem não faltam razões para celebrar nesta matéria, já que é o líder partidário que mais sobre neste índice de popularidade, de 3,7 para 4,4 pontos (+0,7 pontos).

Jerónimo de Sousa segura a sua posição, mantendo-se no quarto lugar deste ranking com 4,3 pontos, seguido de André Silva (3,3 pontos, tendo descido 0,4 pontos); André Ventura (3,2 pontos); João Cotrim de Figueiredo (2,7 pontos).

A deputada Joacine Katar Moreira tem 2,1 pontos. A deputada não inscrita não é líder partidária, tendo-se mesmo desvinculado do Livre, partido pelo qual foi eleita, depois de perder a confiança política do mesmo.

Se não considerarmos apenas líderes partidários ou deputados, destaque para Mário Centeno, com um índice de popularidade de 5,5 pontos, sendo quase tão popular à esquerda (5,9 pontos) como à direita (5,2 pontos).

A sondagemExpresso/SIC teve por base um inquérito que decorreu entre os dias 22 de janeiro e 5 de fevereiro de 2020, tendo sido coordenada por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). O trabalho foi realizado pela GfK Metris.

A informação foi recolhida através de entrevista direta e pessoal na residência dos inquiridos e a intenção de voto recolhida recorrendo a simulação de voto em urna. Foram selecionados 80 pontos de amostragem, contactados 2535 lares elegíveis e obtidas 800 entrevistas válidas. O trabalho de campo foi realizado por 43 entrevistadores. Leia aqui toda a fica técnica.

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