“O projeto, localizado no estado brasileiro de São Paulo, tem uma capacidade total de 199 MW [Megawatt]. Com este contrato, a EDPR entra no mercado brasileiro de energia solar, reforçando e diversificando a sua presença num mercado com baixo perfil de risco, através do estabelecimento de contratos de longo-prazo, com recursos renováveis atrativos e fortes perspetivas para o setor a médio e longo-prazo”, refere a empresa liderada por Manso Neto, em comunicado divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O contrato tem a duração de 15 anos e entrará em vigor em 2022.

Com este projeto, a EDP Renováveis, controlada em 82,6% pela EDP, diz que passa a ter no Brasil “um GW [Gigawatt] de projetos de energia renovável em construção e desenvolvimento, com início das operações esperadas até 2024 e com tarifas de longo-prazo asseguradas”.

Numa nota enviada à Lusa, o presidente da EDP, António Mexia, considerou que este contrato prova a “importância do Brasil para a estratégia da EDP Renováveis e do grupo no panorama mundial”, um mercado que diz ser “prioritário” e com “boas oportunidades de crescimento”.

Além disso, afirmou, significa a “aposta na diversificação de tecnologias de produção de energia, tendo sempre em conta o papel cada vez mais importante das energias limpas”.

A 3 de setembro, a EDP Renováveis comunicou também um reforço da operação no Brasil, com produção de eletricidade em dois parques eólicos.

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