“Há um ambiente de simpatia, de identificação com as causas que a CDU tem vindo a destacar. Agora, o que estamos a tentar fazer é transformar essa simpatia, ou empatia, em apoio eleitoral”, disse à Lusa o cabeça de Lisboa, Edgar Silva.

O candidato falava hoje de manhã antes de iniciar uma arruada na rua Fernão Ornelas, no centro do Funchal, onde esteve acompanhado de alguns militantes e simpatizantes que hasteavam bandeiras e distribuíam canetas.

Edgar Silva aproveitou também para distribuir uma tira de papel onde se lê "Votar na CDU é assim", para exemplificar a forma como a coligação formada por PCP e PEV vai aparecer no boletim de voto.

O cabeça de lista disse estar “confiante num crescimento” nas eleições de domingo.

“Essa é a condição para que possa haver um novo rumo e tudo vamos fazer até ao dia das eleições para que isso se concretize e se materialize numa possibilidade de mais alternativa política”, afirmou.

Já no arranque da campanha, a Coligação Democrática Unitária (CDU) tinha estabelecido como meta alcançar mais votos e mais deputados nas regionais da Madeira, para “dar um novo rumo” à autonomia.

Nas eleições de 2015, a CDU obteve 7.060 votos (5,54%) e conseguiu reeleger um grupo parlamentar formado por dois deputados, que tinha perdido nas eleições de 2011.

Por três votos que não conseguiu eleger um terceiro deputado.

PDR, CHEGA, PNR, BE, PS, PAN, Aliança, Partido da Terra-MPT, PCTP/MRPP, PPD/PSD, Iniciativa Liberal, PTP, PURP, CDS-PP, CDU (PCP/PEV), JPP e RIR são as 17 candidaturas validadas para estas eleições, com um círculo único.

Nas regionais de 2015, os sociais-democratas seguraram a maioria absoluta - com que sempre governaram a Madeira - por um deputado, com 24 dos 47 parlamentares.

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