O protesto é apoiado pela Ordem dos Enfermeiros, que pede “a todos os portugueses” que se juntem à concentração marcada para as 11:00 junto ao Palácio de Belém.

A iniciativa partiu do Movimento Nacional de Enfermeiros, que se assume como “um grupo espontâneo, desligado de qualquer ideologia político-partidária, completamente independente de estruturas sindicais”.

Em comunicado divulgado na véspera da concentração, a bastonária dos Enfermeiros veio sublinhar que “esta não é uma luta só dos enfermeiros”.

“É uma luta de todos, porque a luta é contra a degradação dos cuidados de Saúde e do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, defendeu Ana Rita Cavaco.

A Ordem recorda que o que está em causa na luta dos enfermeiros “não é apenas uma questão da carreira dos profissionais”, mas uma questão de “dignidade na Saúde”.

Ordem invoca que “continuam a faltar 30 mil enfermeiros” para as necessidades do sistema. Ana Rita Cavaco refere mesmo que o atual número de profissionais contratados em Portugal “põe em causa a vida de todos”.

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