Num comunicado divulgado hoje, Staffan de Mistura, salienta que informações credíveis dão conta de “um grande número de civis mortos, entre os quais várias crianças, bem como centenas de feridos”.

“Aqueles que dizem que isto serve para aliviar o cerco de Alepo-leste devem lembrar-se de que nada pode justificar o uso indiscriminado e desproporcionado de armas, incluindo armamento pesado em áreas habitadas por civis, podendo tratar-se de crimes de guerra”, acrescenta o enviado especial da ONU.

O mesmo responsável sublinhou que “os civis dos dois lados de Alepo já sofreram o suficiente com as tentativas infrutíferas, mas mortais, para submeter a cidade”, incluindo o recurso a bombardeamentos aéreos” e precisam de um cessar-fogo duradouro.

Na zona oeste da periferia da cidade de Alepo prosseguiam hoje combates intensos, no terceiro dia da ofensiva de grupos rebeldes que procuram romper o cerco imposto pelo regime de Bashar al-Assad em bairros da oposição.

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