Numa nota publicada no Facebook, a autarquia refere que o vogal de Educação, Ricardo Marques, reuniu-se na segunda-feira com a Associação de Pais daquele estabelecimento de ensino “no sentido de encontrar soluções para minimizar o impacto das obras”.

De acordo com a Junta de Freguesia, a entrada dos alunos na escola começará a ser feita através do Jardim de Infância, do lado oposto às demolições, que têm constituído um perigo para a saúde pública, por causa da existência de amianto nas telhas.

Tendo já implementando algumas medidas, a autarquia de Benfica solicitou à Câmara Municipal de Lisboa o aumento do perímetro de segurança, no sentido de proteger as crianças no recreio.

Em conjunto com a Associação de Pais, a Junta de Freguesia de Benfica atentou também para a colocação de painéis e redes maiores para proteger a Escola Básica Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles das demolições das “habitações de alvenaria”.

Para evitar ocupações ilegítimas nas casas e para rebocar as viaturas que impedem o acesso aos portões da escola, foi ainda acordado um pedido de apoio à Polícia Municipal.

Na sexta-feira, uma encarregada de educação referiu à agência Lusa que a escola iria estar encerrada até segunda-feira, adiantando que as crianças têm estado em contacto com amianto e com pragas de mosquitos.

Isabel Cunha, que esteve numa ação de sensibilização junto à escola, alertava para a existência de crianças com febre e borbulhas devido às picadas dos mosquitos desde 17 de janeiro, quando se iniciaram as obras.

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