Segundo um comunicado da Casa Real espanhola, publicado depois de uma ronda de conversações, em Madrid, com quinze líderes partidários, Felipe VI constatou que “não existe um candidato com os apoios necessários” e assim “não formula uma proposta de candidato” a primeiro-ministro.

Se a situação não se desbloquear nos próximos dias, o rei de Espanha está constitucionalmente obrigado a dissolver o parlamento e a marcar eleições depois de segunda-feira, 23 de setembro, daqui a menos de uma semana.

O PSOE foi o partido mais votado nas eleições de 28 de abril último, mas com menos de 30% dos votos precisa do apoio de outras formações políticas, sendo essencial a do Unidas Podemos.

O parlamento espanhol chumbou a 23 e 25 de julho último a recondução de Pedro Sánchez, com o Unidas Podemos a abster-se nessa votação.

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