Enquanto se esperar pela aprovação da reprogramação do programa comunitário por Bruxelas – que deverá acontecer “em setembro” – o Estado “está disponível para fazer um adiantamento de até 25% do valor elegível, para que as empresas possam começar a encomendar máquinas e contratar empresas para lhes recuperarem os pavilhões, etc”, disse Pedro Marques, que falava aos jornalistas após a reunião entre o Governo e sete municípios do Pinhal Interior afetados pelos incêndios de Góis e Pedrógão Grande.

Segundo o membro do executivo, a reprogramação é entregue esta semana em Bruxelas, o que “significa que a elegibilidade passa a estar assegurada” e serão lançadas “já na próxima semana” as candidaturas aos apoios para as infraestruturas municipais e para as empresas.

“No caso das empresas, como é mais urgente haver dinheiro disponível”, haverá a possibilidade de um adiantamento do valor que depois irá ser recebido, explanou.

Segundo Pedro Marques, as maiores empresas, com mais postos de trabalho, “serão as primeiras a serem esclarecidas”.

A abertura dos avisos de candidatura para a recuperação das infraestruturas municipais deverá decorrer na próxima semana, acrescentou.

Durante a reunião, também esteve a ser analisado o apoio aos agricultores – são mais de dois mil pequenos agricultores que viram as suas culturas destruídas pelo incêndio.

Nesse sentido, estão a ser perspetivados “mecanismos de apoio” que poderão passar pela Segurança Social quando estão em causa “valores mais baixos”, por forma a haver “menos burocracia”.

Hoje, na Sertã, decorreu a segunda região com os sete municípios que vão estar integrados no projeto-piloto prometido pelo Governo.

Estiveram representados na reunião os municípios de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Pampilhosa da Serra, Góis, Penela e Sertã.

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