Esta intenção tinha sido formulada por procuradores federais, na moção que apresentaram quinta-feira em Phoenix no caso contra Jacob Chansley, um cidadão do Estado do Arizona que participou na insurreição, com o rosto pintado, sem camisola e com um chapéu de pele com cornos.

“Provas fortes, incluindo as próprias palavras e ações de Chansley no Capitólio, apoiam a leitura de que a intenção dos atacantes do Capitólio era a captura e assassinato de agentes eleitos do Governo dos EUA”, escreveram os procuradores no documento que apresentaram para solicitar a prisão preventiva de Chansley.

Mas Michael Sherwin, o procurador federal do Distrito de Columbia, recuou hoje nesta leitura, afirmando que, “neste momento, não há provas diretas da intenção de matar ou capturar”.

Também na quinta-feira, os procuradores tinham levantado tal possibilidade no caso apresentado contra um ex-oficial da Força Aérea, que tinha sido detido alegadamente da posse de algemas de plástico, a quem atribuíram a intenção de querer “fazer reféns”.

O âmbito territorial da investigação é extenso, com várias cidades e jurisdições, uma vez que muitos dos atacantes simplesmente regressaram a casa, com apenas 13 detidos nos momentos posteriores ao ataque ao Capitólio.

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