A nova ronda negocial sobre o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP, na sigla em inglês) pretende "consolidar o que puder ser consolidado de acordo já conseguido no âmbito das negociações entre a União Europeia e os Estados Unidos, antes de tomar posse uma nova administração norte-americana", explicou hoje Augusto Santos Silva, durante uma audição no parlamento sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2017.

Até à entrada em funções da administração que for escolhida nas eleições presidenciais de hoje nos EUA, a 20 de janeiro, há, "mesmo do ponto de vista constitucional, uma certa paragem no tempo", comentou Santos Silva.

Apesar de o negociador norte-americano - a Autoridade Norte-Americana para o Comércio - não depender da Casa Branca, "uma nova administração irá revisitar os termos das negociações", indicou o ministro.

Por outro lado, também na Europa "há um debate em curso sobre os méritos e deméritos do TTIP e esse debate tem de der concluído, para que a Europa possa formar uma decisão".

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