A média desceu de 2,87 em 2017 para 2,61 (numa escala de 0 a 5) no ano passado, segundo uma análise feita pela Agência Lusa a dados disponibilizados pelo Ministério da Educação.

Das 1.254 escolas que levaram alunos internos a exame, apenas 249 conseguiram que a média dos resultados dos seus estudantes fosse positiva.

As restantes 1.005 escolas (80,1%) chumbaram a Matemática.

Numa tabela elaborada pela Lusa tendo em conta a média das notas dos alunos, os melhores resultados são de escolas privadas.

Os colégios sucedem-se numa listagem apenas descontinuada pela Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, que ocupa o 17.º lugar, e depois pela Escola Secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim, que surge em 36.º posição.

Este ano, a liderar a tabela voltam a surgir o Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, o Colégio dos Plátanos, em Sintra, e o Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga.

Os 4.º e 5.º lugares são ocupados pelos colégios Nossa Senhora da Conceição, em Guimarães, e o EFANOR, em Matosinhos.

Observando os resultados obtidos por rapazes e raparigas, elas voltam a destacar-se, apesar de a média ser negativa: as raparigas tiveram uma média de 2,68 e os rapazes de 2,54.

Também nas notas relativas ao trabalho realizado ao longo do ano na escola e avaliado pelos seus professores, as raparigas apresentam uma média de 3,19 valores a Matemática enquanto os rapazes apresentam uma média de 3,03 valores.

No geral, as raparigas continuam a ter melhores resultados tanto a Matemática como a Português: elas tiveram uma média de 3,09 nos dois exames, enquanto eles tiveram 2,91 valores.

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