“O cenário para o exercício tem por base a criação fictícia de uma organização terrorista, que tem como principal objetivo a propagação de correntes ideológicas radicais com o objetivo de criar instabilidades sócio-culturais nas populações”, adianta um comunicado da Zona Militar dos Açores (ZMA), que realiza o exercício de 09 a 12 de maio.

O Cachalote 17 visa "simular a atuação desta organização em São Miguel e Terceira, obrigando ao emprego das forças da ZMA na defesa das instalações militares e de pontos e áreas sensíveis nas referidas ilhas" e, segundo a Zona Militar dos Açores, insere-se "no âmbito do treino operacional dos seus militares, no cumprimento de missões de defesa militar da República".

Tendo em conta a realização deste exercicio, a ZMA alerta a população para a "possibilidade da ocorrência de disparos com munições de salva, rebentamentos e movimentações de forças, nas áreas" onde decorrerá o Cachalote, nomeadamente nas freguesias limítrofes de Angra do Heroísmo (Terceira) e de Ponta Delgada (São Miguel), embora as atividades sejam realizadas "num modelo que procura minimizar ou anular os seus impactos nas dinâmicas e rotinas das pessoas, não constituindo qualquer perigo para a população".

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