As quatro vítimas da explosão numa residência de estudantes, em Peniche, sofreram “queimaduras graves” e foram transportados, “três para hospitais da Universidade de Coimbra e, a vítima mais grave, para o Hospital de Santa Maria (em Lisboa)”, informou fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

De acordo com a informação disponibilizada à agência Lusa, os feridos, funcionários de uma empresa que efetuavam trabalhos no edifício, têm “entre 30 e 37 anos”.

Ainda de acordo com o INEM, foram avançadas “mais duas vítimas”, mas trata-se de “dois trabalhadores da empresa que se encontram ilesos e a receber apoio psicológico”.

Num comunicado hoje divulgado, o Instituto Politécnico de Leiria corroborou, afirmando que “não foram afetados pelo acidente quaisquer membros da comunidade estudantil ou quaisquer colaboradores” da residência.

A explosão ocorreu às 12:45 quando, segundo o vice-presidente da Câmara de Peniche (distrito de Leiria), Mark Ministro, “estavam a ser efetuados trabalhos na conduta de uma residência estudantil”.

A residência, localizada na avenida Paulo VI, próximo das piscinas municipais de Peniche, “não sofreu quaisquer danos estruturais” e o acidente “não representou qualquer perigo para a comunidade estudantil”, acrescentou o vereador.

No local estiveram 34 operacionais apoiados por 12 veículos, entre os quais dois helicópteros do INEM, as viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) dos hospitais das Caldas da Rainha e de Torres Vedras, e uma ambulância de Suporte Imediato de Vida do INEM, que enviou para o local uma equipa de psicólogos.

[Notícia atualizada às 16h36]

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