"No próximo ano letivo manteremos a oferta das fichas de apoio ao primeiro ciclo, que é um apoio que não está abrangido pela iniciativa governamental, e concedermos os manuais escolares em regime de empréstimo até ao 9.º ano. É uma decisão que já está tomada", garantiu o autarca.

Paulo Cunha comprometeu-se ainda, caso o Governo avance com o empréstimo dos manuais escolares até ao 9.º ano no ano letivo 2018/2019, a "aplicar a verba que seria para prestar esse serviço na área da Educação".

Para o autarca, "este é um apoio fundamental para o concelho", acrescentando que "no que diz respeito à educação, o orçamento municipal tem elasticidade para chegar onde for necessário".

Segundo referiu, "a autarquia investiu, este ano, cerca de 400 mil euros em manuais escolares", na aquisição de 17.763 fichas de apoio para o 1.º ciclo e 10.585 euros em manuais escolares para o 7.º ano.

"No total, saem beneficiados 6.500 alunos, sendo cerca de 5.000 do 1.º ciclo e 1.500 do 7.º ano", referiu, explicando que "o investimento estimado por cada aluno do 7.º ano é de 176 euros e cerca de 25 euros para cada criança do 1.º ciclo".

No ano letivo, que se iniciou segunda-feira, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão alargou a gratuitidade dos manuais escolares ao 7.º ano de escolaridade, mantendo a oferta das fichas de trabalho a todas as crianças do 1.º ciclo do ensino básico.

O município conseguiu ainda, através do Banco de Livros Escolares, arrecadar mais de mil manuais usados do 8.º ao 12.º ano, distribuindo-os por 254 famílias.

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