O jornal, que baseia a notícia em sete fontes ligadas ao processo, afirma que a investigação se debruça sobre a forma como o Deutsche Bank lidou com relatórios de atividade suspeita preparados pelos respetivos funcionários, e que contemplavam transações potencialmente problemáticas, entre as quais algumas ligadas ao genro de Trump e seu conselheiro, Jared Kushner, de acordo com pessoas próximas do banco.

Brian McCafferty, o advogado de uma das vozes denunciantes dentro do banco, que trabalhava no departamento anti-branqueamento de capitais do banco, Tammy McFadden, confirmou à Bloomberg que foi contactado recentemente pelo FBI e que a investigação engloba transações que envolviam a família do genro de Trump e seu conselheiro, Jared Kushner, em 2016, que não foram registadas.

McFadden relatou também, segundo o jornal, experiências semelhantes de colegas, vividas um ano depois.

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