"Deus levou a Man", anunciou o neto Luis Alfonso de Borbón na sua conta de Instagram, utilizando o nome que os parentes usavam para Carmen e com uma fotografia dela.

"Carmen morreu como queria, em sua casa e na sua cama. Faleceu na sua residência de Madrid", afirmou a biógrafa Nieves Herrero, num texto publicado no jornal El Mundo.

Carmen Franco, mãe de sete filhos, anunciou este ano que sofria um cancro em fase terminal.

Carmen permanecia como presidente de honra da fundação Francisco Franco, criada para elogiar a figura do general, que morreu em 1975, depois de 36 anos no poder.

Nas longas conversas com Nieves Herrero para uma biografia autorizada, Carmen Franco recusou-se a julgar o pai e afirmou que deixava essa missão para a História.

"Quando me dizem que foi um ditador, não nego, mas tampouco gosto disso porque costumam dizê-lo como um insulto. No entanto, não me parece tão mau", disse.

Com muita discrição, Carmen Franco, a quem o rei Juan Carlos I concedeu o título de "duquesa de Franco", sempre defendeu o pai.

A sua família é acusada frequentemente de beneficiar-se da fortuna do ditador, que inclui bens imobiliários que os meios de comunicação social calculam em centenas de milhões de euros.

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