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A Federação Nacional da Educação reconheceu a dificuldade de substituir professores de baixa apontada num estudo hoje divulgado, sublinhando que a falta de docentes é o principal problema e que os que estão a ser formados não são suficientes.

“Importa perceber o problema e as causas. Efetivamente, há dificuldade em substituir professores, por um lado, em virtude da abstenção, das doenças e do que está relacionado com os fatores que levam a esse mesmo absentismo. Mas há um outro aspeto que tem que ver com a falta de professores e isso o estudo não refere”, afirmou Pedro Barreiros, secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE).
O responsável falava a propósito do estudo “A realidade demográfica e laboral dos professores do ensino público em Portugal 2016/2017 – 2020/2021”, lançado pelo think tank da Fundação Belmiro de Azevedo direcionado para a área de Educação (Edulog) e hoje divulgado.
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