Em declarações à Lusa, Jorge Gama, comandante dos bombeiros de Vila Nova da Barquinha ao serviço no CDOS de Santarém, explicou que este incêndio “está em resolução desde as 09:45”, concentrando ainda no perímetro 678 operacionais, 210 veículos e seis meios aéreos.

“Mantém-se o dispositivo todo no local. Estamos com atenção aos pontos quentes e esperamos que não haja reativações, que é uma preocupação”, referiu o responsável, alertando: “O rescaldo vai ser demorado. Com o aumento da temperatura e o vento, a humidade vai baixar bastante e pode haver alguma reativação”.

De acordo com a mesma fonte, nas últimas horas já não houve mais retiradas de pessoas das respetivas habitações ou necessidade de assistência médica a cidadãos. Pelo menos 50 pessoas tinham sido retiradas de casa, por precaução, devido ao incêndio, disse à Lusa esta sexta-feira o presidente Câmara de Ourém, Luís Albuquerque.

Um aviário foi destruído por este fogo, provocando um prejuízo de cerca de um milhão de euros, revelou fonte da empresa situada em Resouro, na freguesia de Urqueira.

O ministro da Administração Interna anunciou, na sexta-feira, que o território continental vai estar em situação de alerta entre 21 e 23 de agosto devido ao risco de incêndios.

José Luís Carneiro explicou também que a determinação da situação de alerta durante este período pressupõe “especiais limitações quanto ao uso do fogo, ao uso de máquinas e ao uso de trabalhos agrícolas, bem como no que diz respeito ao acesso aos espaços florestais”, sublinhando que a utilização do fogo é apontada como causa em 54% das ocorrências, aos quais se juntam outros 10% de causas diversas.

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