O presidente do Conselho Mundial da Água, o brasileiro Benedito Braga, declarou que “nenhuma das declarações é vinculativa ou impõe obrigações”, mas considerou que consagram “um compromisso real com a preservação e a boa gestão da água”.

Na declaração ministerial que saiu da reunião de cinco dias faz-se “um apelo urgente para ação decisiva” e para maior cooperação internacional para garantir o acesso universal à água e ao saneamento básico que a ONU adotou como objetivo a cumprir até 2030.

Além disso, legisladores de 134 países defendem mais troca de experiências e pedem aos parlamentos que considerem a água como um “assunto central” nas leis que produzem.

Os autarcas subscrevem uma declaração em que exigem mais verbas para os órgãos municipais poderem adotar “soluções adequadas”.

Quanto aos juízes de 56 países, salientam que o acesso a água potável é uma questão de direitos humanos, uma vez que se trata de um bem público, como considera a ONU, e apelam ao poder judicial para ter isso sempre em conta quando tenha que resolver conflitos.

Do encontro saiu outra declaração em que se sintetizam os mais de 600 debates e 300 conferências que a capital brasileira acolheu.

A Unesco revelou durante o Fórum que cerca de 2.000 milhões de pessoas não têm acesso adequado a água.

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