Estas duas “ameaças evidentes” foram intercetadas e destruídas no sábado à noite pela fragata Languedoc, que operava no mar Vermelho, indicou o Estado-Maior, em comunicado.

As duas interseções ocorreram no sábado à noite, às 21:30 e 23:30 (em Paris), (20:30 e 22:30 em Lisboa), a 110 quilómetros da costa iemenita, perto da cidade de Al-Hodeida.

Na semana passada, um contratorpedeiro norte-americano abateu três drones quando prestava assistência a navios comerciais no mar Vermelho, alvo de ataques provenientes do Iémen, de acordo com Washington, que denunciou “uma ameaça direta” à segurança marítima.

Os rebeldes Houthi do Iémen ameaçaram, no sábado, atacar qualquer navio no mar Vermelho com destino a Israel se a população da Faixa de Gaza não receber a ajuda de que necessita.

Os rebeldes iemenitas, que controlam Sanaa e outras regiões, fazem parte do que descrevem como um “eixo de resistência” contra Israel, juntamente com grupos como o movimento de resistência islâmica Hamas e o Hezbollah libanês, apoiados pelo Irão.

Num comunicado publicado nas redes sociais, os Houthis declararam que “vão impedir a passagem de navios em direção à entidade sionista” se os habitantes do território palestiniano, bombardeado por Israel há dois meses, não receberem mais ajuda humanitária, como alimentos e medicamentos.

Este último aviso surge num contexto de tensões acrescidas no mar Vermelho desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, iniciada a 7 de outubro, na sequência de um ataque terrorista do movimento islamita palestiniano em solo israelita.

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