Os visitantes puderam observar as obras do museu mais à vontade, mas obedecendo às novas medidas sanitárias.

Um total de 7.400 pessoas passaram pelas salas neste primeiro dia, em comparação com as 30 mil a 40 mil habituais antes da pandemia, um em cada quatro turistas estrangeiros, disse à Efe uma porta-voz do Museu do Louvre, que destacou a quantidade de jovens e famílias presentes na reabertura.

Uma centena de pessoas fazia fila, muitas delas desde uma hora antes, quando às 9:00 da manhã o presidente do Louvre, Jean-Luc Martinez, percorreu o museu, perante o aplauso de um grupo de funcionários.

Cerca de metade dos visitantes eram estrangeiros e a outra metade franceses, felizes por poderem entrar no principal museu da capital francesa, que perante a atual situação decidiu abrir 70% das suas instalações durante algumas semanas ou meses.

Isto significa que 30 mil obras podem ser vistas em 40 mil metros quadrados de espaço de exposição, o que inclui ícones como “Mona Lisa”, de Da Vinci ou a escultura do período helénico “Vitória da Samotrácia”, da deusa grega Nice, que domina uma das escadarias do museu.

Após a pausa semanal, às terças-feiras, na quarta-feira serão oferecidas ao público visitas guiadas a oito das obras-primas do Louvre, uma experiência que continuará durante todo o verão.

O museu fechou as suas portas a 13 de março, quatro dias antes da entrada em vigor do confinamento decretado pelo governo francês, devido à pandemia provocada pela covid-19.

Os responsáveis estimam as perdas acumuladas durante este período em cerca de 40 milhões de euros e esperam uma queda de 80% no número de visitantes.

Durante a visita, a máscara é agora obrigatória para os maiores de 11 anos, e o percurso é marcado com setas, o que impede as pessoas de voltarem atrás. Além disso, recomenda-se a reserva antecipada. Ainda há lugares disponíveis para esta semana.

O museu abre todos os dias, exceto às terças-feiras e no dia 25 de dezembro, entre as 09:00 e as 18:00.

AYR // MAG

Lusa/Fim.

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